Por Érico Fabres
Mais uma vez o Internacional perdeu a oportunidade de diminuir ainda mais a diferença para os líderes do campeonato, mais uma vez contra um time fraco. O Fluminense já havia perdido, depois foi o Corinthians. Mas na equipe de Celso Roth ficou claro, com os desfalques de Kléber, Giuliano e D’Alessandro, ninguém foi capaz de fazer a diferença. O resultado? Gols perdidos, falta de criatividade e mesmo de vontade.
O Colorado parece que só se deu conta da importância de somar pontos nos minutos finais. Pode parecer perseguição de minha parte com o goleiro Renan, já que foi um bonito chute do jogador do Ceará, mas pareceu defensável a bola que resultou no gol adversário. Edu voltou a ser o mesmo de antes, perdeu um gol feito, que poderia dar o empate e um ponto que, se ainda não seria o melhor resultado, faria com que a diferença para o líder passasse de oito para sete pontos.
Como seria bom se o futebol pudesse ser como o futsal, onde é permitido fazer uma alteração só para uma determinada ocasião e sacá-lo. Andrézinho, só tem servido para bater faltas. Ontem nem para isso. Não acerta um cruzamento, um escanteio, erra muitos passes. Isso só torna mais evidente ainda a falta que faz o argentino D’Alessandro.
Como seria bom se o futebol pudesse ser como o futsal, onde é permitido fazer uma alteração só para uma determinada ocasião e sacá-lo. Andrézinho, só tem servido para bater faltas. Ontem nem para isso. Não acerta um cruzamento, um escanteio, erra muitos passes. Isso só torna mais evidente ainda a falta que faz o argentino D’Alessandro.
O ataque, embora prejudicado pelo fato de as bolas não chegarem, está preocupante. Alecsandro, que deveria ser o jogador de referência, sai demais da área. Marquinhos, desde que voltou da lesão, não têm acrescentado em nada na equipe. Ontem não foi mesmo dia do Inter... mais uma vez. Tudo bem, a diferença continua a mesma, mas é uma rodada a menos.
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